segunda-feira, 5 de março de 2012

Documento 2

Critérios de avaliacão definidos, com explicações e exemplos, com links para referências utilizadas:

Utilizamos para avaliação da usabilidade do AVA JC EAD (www.jcead.com.br) as 8 regras de ouro de Ben Shneiderman:

1) Consistência:
A interface permanece a mesma, menos na parte do meio do site, onde existe uma variação no número de colunas na disposição do conteúdo (as vezes uma coluna, em outro link, duas, e em outro, três). Os tons de cores permanecem os mesmos, até que se ver a presença de um verde ao se clicar em "Perfil".

2) Atalhos para usuários assíduos:
Pelo tempo que verificamos, não há nenhum atalho na interface que possa vir a facilitar algum usuário que utilize a muito tempo o site.

3) Feedback Informativo:
O Feedback existe de forma claro no AVA. Não se tem problemas em relação a respostas da interface aos atos do usuário.

4) Diálogos que informem o término da ação:
O sistema indica com uma mensagem na tela se a ação foi concluída, com sucesso ou não, então consideramos satisfatória a forma como é dado esse feedback. Feedback informativo: Toda e qualquer ação do usuário requer uma resposta do sistema, cujo qual será mais ou menos explicativa dependendo do tipo de ação a ser executada. Existe o feedback informando ao usuário o que está acontecendo naquele momento devido a uma ação executada pelo o usuário, este feedback é uma resposta do sistema ao usuário, para deixá-lo por dentro do que está acontecendo.

5) Prevenção e tratamento de erros:
Não há muitos casos de erros graves que o usuário possa causar. Os poucos que tem, o sistema consegue tratar de forma satisfatória, como por exemplo, ao enviar mensagem para algum membro não é permitido o envio em branco.

6) Reversão de ações:
Não há nenhum mecanismo de reversão, única forma é executar a ação novamente de forma que fique da maneira do estado anterior. Desta forma o usuário pode sentir medo de utilizar algumas funcionalidades, pois caso aconteça algo inesperado, ele não poderá voltar ao modo anterior de forma simples e fácil.

7) Controle:
O sistema oferece suporte ao usuário para controlar a interação, pois só é realizada uma ação quando esta é solicitada, ficando a sensação de controle do usuário sobre a aplicação. Essas ações podem ser cliques sobre links, que o sistema responde levando para outra página ou clique sobre botões, onde executa alguma funcionalidade, como enviar mensagem.

8) Baixa carga de memorização:
Alguns botões dos cursos não são bem claros ao o quê realmente querem passar. Quando o usuário clica em um dos cursos gratuitos, ele é encaminhado apenas para um descrição do curso, onde não existe nenhum material de estudo e nenhum atalho para visualização desses materiais. O usuário precisa saber decorar que lá é só descrição e nada referente ao estudo.

Referencia Bibliográfica
DIAS, Cláudia. Usabilidade na Web: Criando portais mais acessíveis. Editora Alta Books, Rio de Janeiro 2003.

Link de referência.

Escolhermos também utilizar a ferramenta ErgoList para fazer a avaliação. Ela foi criada pelo LabIUtil – Laboratório de Utilizabilidade da Informática da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), através do endereço na web, http://www.labiutil.inf.ufsc.br/ergolist, disponibilizando uma base de conhecimento ergonômico conexo a um checklist para avaliação de interfaces humano-computador.
O ErgoList, além do checklist, disponibiliza algumas recomendações para auxiliar os avaliadores. 
Segundo (Junior, 2006), Foi montada uma estrutura de informação complementar a seus enunciados, composta de justificativas, exceções, exemplos positivos e negativos, glossário e referências bibliográficas, visando facilitar tanto sua aplicação como seu aprendizado pelos avaliadores iniciantes.
A ferramenta utiliza 18 critérios elementares, aos quais estão associados os checklists do ErgoList.


1. Presteza: Verifica se o sistema informa e conduz o usuário durante a interação; 17 questões.
2. Agrupamento por localização: Verifica se a distribuição espacial dos itens traduz as relações entre as informações; 11 questões.
3. Agrupamento/distinção por formato: Verifica os formatos dos itens como meio de transmitir associações e diferenças; 17 questões.
4. Feedback: Avalia a qualidade do feedback imediato às ações do usuário; 12 questões.
5. Legibilidade: Verifica a legibilidade das informações apresentadas nas telas do sistema; 27 questões.
6. Concisão: Verifica o tamanho dos códigos e termos apresentados e introduzidos no sistema; 14 questões.
7. Ações Mínimas: Verifica a extensão dos diálogos estabelecidos para a realização dos objetivos do usuário; 5 questões.
8. Densidade Informacional: Avalia a densidade informacional das telas apresentadas pelo sistema; 9 questões.
9. Ações Explícitas: Verifica se é o usuário quem comanda explicitamente as ações do sistema; 4 questões.
10. Controle do Usuário: Avalia as possibilidades do usuário controlar o encadeamento e a realização das ações; 4 questões.
11. Flexibilidade: Verifica se o sistema permite personalizar as apresentações e os diálogos; 3 questões.
12. Experiência do Usuário: Avalia se usuários com diferentes níveis de experiência têm iguais possibilidades de obter sucesso em seus objetivos; 6 questões.
13. Proteção contra erros: Verifica se o sistema oferece as oportunidades para o usuário prevenir eventuais erros; 7 questões.
14. Mensagens de erro: Avalia a qualidade das mensagens de erro enviadas aos usuários em dificuldades; 9 questões.
15. Correção de erros: Verifica as facilidades oferecidas para que o usuário possa corrigir os erros cometidos; 5 questões.
16. Consistência: Avalia se é mantida uma coerência no projeto de códigos, telas e diálogos com o usuário; 11 questões.
17. Significados: Avalia se os códigos e denominações são claros e significativos para os usuários do sistema; 12 questões.
18. Compatibilidade: Verifica a compatibilidade do sistema com as expectativas e necessidades do usuário em sua tarefa; 21 questões.

Após responder aos checklists o avaliador terá acesso ao laudo final, onde encontrará estatísticas das respostas sobre o sistema. A opção “Laudo Final” lhe permite obter a estatística das inspeções realizadas bem como recuperar seus comentários pessoais.
O avaliador tem acesso ao glossário dos termos, os enunciados das questões e informações complementares sobre os mesmos. Dentro das informações complementares o avaliador tem acesso ao "Mais sobre...", que contém justificativas, exceções, exemplos positivos e negativos e referências bibliográficas das questões.

Referencia Bibliográfica
JUNIOR, J.A.G.O de. Apoio à avaliação de usabilidade na Web – desenvolvimento do USEWEB. 2006. 106f. Dissertação (Mestrado Profissional em Computação) – Instituto de Computação, Universidade Estadual de Campinas, São Paulo

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